Inteligência artificial: revolução ou bolha?
Resumo do artigo
Os investimentos de grande escala em infraestrutura de inteligência artificial alimentam o receio de uma bolha num contexto de endividamento elevado, incerteza no mercado e rentabilidade limitada.
A ausência de modelos de negócio sólidos em algumas empresas emergentes reforça as comparações com a era das pontocom.
O argumento em sentido contrário recorda que as fases iniciais das grandes transformações tecnológicas costumam afastar muitos participantes, mas também fazem surgir empresas capazes de se afirmar no longo prazo.
Segundo o artigo, 2025 não trouxe nem a revolução prometida nem um colapso generalizado: os efeitos sobre a economia permaneceram desiguais e os custos elevados.
O desafio central não é difundir a inteligência artificial o mais rapidamente possível, mas integrá-la de forma sustentável nos domínios adequados.